Advogado Criminalista no Rio de Janeiro: o que faz, quando contratar e como escolher

O advogado criminalista no Rio de Janeiro atua em todas as fases do processo penal — da delegacia ao Tribunal do Júri, passando por habeas corpus e execução penal. Este artigo explica o que esse profissional faz, quando contratá-lo, qual a diferença entre criminalista e penalista, quanto custa e o que muda na sua defesa com um especialista experiente ao seu lado.

Responsabilidade Penal do Compliance Officer: Quando Ele Responde?

O compliance officer pode ser responsabilizado criminalmente por crimes cometidos dentro da empresa — mas isso não é automático. Entenda quando essa responsabilidade existe, o que o STJ já decidiu sobre o tema, os limites legais e como o profissional pode se proteger.

Responsabilidade Penal do Sócio e Diretor de Empresa

Com a Lei Anticorrupção e o endurecimento da jurisprudência, executivos e administradores estão cada vez mais expostos à responsabilização criminal pessoal por atos praticados no ambiente corporativo. Neste artigo explicamos quando isso acontece, quais crimes são mais comuns, o que diferencia as esferas de responsabilidade e como um advogado criminalista especializado pode proteger o gestor.

Fui Preso em Flagrante: O Que Fazer Agora?

O melhor advogado criminalista do Rio de Janeiro não é necessariamente o mais caro nem o mais famoso — é o mais qualificado para o seu caso. Neste artigo explicamos os cinco critérios objetivos que separam um criminalista experiente de um generalista e os sinais de alerta que você precisa conhecer antes de assinar qualquer contrato.

Descumprimento de Medida Protetiva: o que acontece

O descumprimento de medida protetiva é crime previsto no art. 24-A da Lei Maria da Penha desde 2018, com pena de até 2 anos e possibilidade de prisão em flagrante. A Lei 15.383/2026 agravou as penalidades. Neste artigo, os advogados do escritório Dupret Pessôa explicam as consequências e como atuar.

Revisão Criminal: quando cabe e como o advogado ajuda

A revisão criminal é uma ação extraordinária que pode reverter uma condenação já transitada em julgado. Não tem prazo, mas só cabe nas hipóteses taxativas do art. 621 do CPP. A maioria dos pedidos é rejeitada antes mesmo de ser analisada no mérito — não porque o réu não tenha razão, mas porque o advogado não fez o enquadramento técnico correto. Entenda quando cabe, quais resultados são possíveis e por que a escolha do advogado pode ser decisiva.

Como Encontrar o Melhor Advogado Criminalista do Rio de Janeiro

O melhor advogado criminalista do Rio de Janeiro não é necessariamente o mais caro nem o mais famoso — é o mais qualificado para o seu caso. Neste artigo explicamos os cinco critérios objetivos que separam um criminalista experiente de um generalista e os sinais de alerta que você precisa conhecer antes de assinar qualquer contrato.

Quanto Custa um Advogado Criminalista no Rio de Janeiro?

O custo de um advogado criminalista no Rio de Janeiro varia conforme a complexidade do caso, a fase processual, a experiência do profissional e a urgência do atendimento. Neste artigo, explicamos cada um desses fatores com clareza, apresentamos parâmetros reais de mercado e mostramos por que contratar um advogado criminalista qualificado é um investimento na sua liberdade — e não um gasto.

Defesa na Lei Maria da Penha: como agir quando você é acusado(a) injustamente

A defesa Lei Maria da Penha exige atuação técnica e imediata. Decisões nas primeiras 48 horas — sobre intimações, medidas protetivas e contato com a suposta vítima — definem o desfecho do processo. Este guia mostra o caminho seguro para quem foi acusado(a) com base na Lei nº 11.340/2006, abordando a Lei 14.994/2024 (Pacote Antifeminicídio), a Lei 15.383/2026 (monitoração eletrônica) e a jurisprudência mais recente do STJ.

Intimação da delegacia: o que fazer ao receber a convocação policial

A intimação da delegacia o que fazer é uma das dúvidas mais críticas no início de um caso criminal. A intimação não diz, em regra, em qual condição você foi chamado — testemunha, vítima ou investigado — e cada uma dessas posições tem regras totalmente diferentes. A testemunha é obrigada a comparecer e a dizer a verdade. A vítima pode ser assistente de acusação. O investigado tem direito ao silêncio absoluto e não é obrigado a produzir prova contra si mesmo. Este guia explica o que fazer em cada cenário, quais são os direitos constitucionais aplicáveis e por que a presença de um advogado criminalista experiente nas primeiras horas pode evitar consequências irreversíveis.